
No sábado a Margarida partiu, estava comigo desde 2000, altura em que uma colega me ligou a dizer que estava uma cadela caniche abandonada na Cova da Piedade e não tinham para onde a mandar. Lá fui com os meus pais e trouxe-a para casa. Ela assim que me viu adoptou-me incondicionalmente. Durante todos estes anos foi uma boa companhia, amiga, fiel, sempre disposta a brincar com uma bola, ou com um pequeno boneco de borracha.
No início da semana passada adoeceu repentinamente, internei-a no hospital veterinário, mas não conseguiu resistir a uma gravíssima infecção no útero.
A sua lembrança ficará para sempre no meu coração.
Em casa fica um vazio, que nem eu, nem o Nuno, nem a Meggy conseguimos preencher...